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Indignaçao de um carioca apaixonado pelo Rio

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  Marco Paulo Brito 29 de abril de 2025 At 11:37   LUGAR HORROROSO! A verdade é esta:  um breu fétido à noite. Bairro fantasma de dia. O Porto Maravilha não passa de um dormitório central com vista para o cais das desilusões. O NeobondeVLT, diga-se de passagem, é a única eficiência no lugar, com uma roda-gigante e um aquário com preços exorbitantes, num “Boulevard” Olímpico repleto de desocupados, viciados em drogas, alcoólicos, punguistas e toda a sorte de marginais às espreitas. Condomínios gentrificados que induzem aos seus compradores que morarão em apartamentos centrados em si mesmos, o que é uma falácia da especulaÇÃO imobiliária. Auto-suficiência é um lugar que não existe e só quem estão lucrando são as incorporadoras, que criaram uma maravilha carioca para suas construções civis. Auto-suficiência é um lugar que não existe e só quem estão lucrando são as incorporadoras, que criaram uma maravilha carioca para suas construções civis.   Luiz Roberto Bodstein 29 d...

Orla Conde: Historia, cultura e lazer num mesmo lugar

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  Orla Conde: o novo jeito de viver e caminhar pelo Porto do Rio  Marcio do ClassiX    29 de janeiro de 2026     A Orla Conde transformou a Zona Portuária em um grande espaço de convivência, lazer e turismo, conectando memória, paisagem urbana e o cotidiano de moradores e visitantes do Porto do Rio de Janeiro. A  Orla Conde  é hoje um dos maiores símbolos da transformação urbana da Zona Portuária do Rio de Janeiro. Construída ao longo do antigo traçado da Perimetral, ela devolveu a cidade ao pedestre, ressignificando a relação do carioca com o mar, a história e os espaços públicos do Porto. A Orla Conde se estende por aproximadamente  3,5 km , ligando a  Praça Mauá  à região da  Cidade do Samba , passando por importantes pontos históricos e culturais, como: * Museu do Amanhã * MAR – Museu de Arte do Rio * Armazéns do Pier Mauá * Cais do Valongo * Armazéns históricos da Gamboa Esse percurso cria um dos maiores corredores cultura...

Prédio Touring é reinaugurado com toda pompa e cinscunstancia

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  Prédio Touring na Praça Mauá: história, reinauguração e nova vida no coração do Porto  Marcio do ClassiX    24 de janeiro de 2026     0  Comentários     1  Deixe seu Like O histórico Prédio Touring, ícone art déco da Praça Mauá, acaba de reabrir suas portas como um grande complexo gastronômico e de convivência, integrando cultura, lazer e gastronomia ao centro revitalizado do Porto do Rio. Hoje a Praça Mauá vive um novo capítulo de sua história urbana com a  reinauguração do Edifício Touring  — um dos prédios mais emblemáticos da região portuária do Rio de Janeiro — agora transformado em um moderno  complexo gastronômico e social  que atrai moradores, turistas e frequentadores do Centro. Uma obra com história Construído em  1926  e projetado pelo arquiteto  Joseph Gire , o mesmo responsável por obras como o Copacabana Palace, o Edifício Touring foi originalmente concebido como sede do  Touring Cl...

O Porto do Rio e sua historia

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  Porto do Rio: como essa região moldou a história da cidade Marcio do ClassiX     08 de janeiro de 2026     Muito antes de se tornar palco de projetos de revitalização, o Porto do Rio já era o verdadeiro motor econômico, social e cultural da cidade. Entender a história dessa região é fundamental para compreender o próprio Rio de Janeiro. O Porto do Rio de Janeiro não surgiu apenas como um ponto de chegada e partida de mercadorias. Desde os primeiros anos da colonização portuguesa, a região portuária se consolidou como um espaço estratégico, onde economia, trabalho, cultura e vida cotidiana sempre caminharam juntas. Localidades hoje conhecidas como  Gamboa, Saúde e Santo Cristo  foram, durante muito tempo, áreas de intensa atividade humana, marcadas pelo fluxo constante de navios, trabalhadores, comerciantes e migrantes de diferentes partes do mundo. O porto como porta de entrada da cidade Durante os séculos XVIII e XIX, o Porto do Rio desempenhou pape...

Uma interação prática e funcional que faz toda a diferença!

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  Ainda tem muita gente pensando - notadamente as mais pragmáticas - que estabelecer um "relacionamento próximo" com IA's é o mesmo que adotar um bebê "reborn" e cuidar do boneco como se fosse de carne e osso, com todos aqueles vínculos emocionais que se estabeleceria entre uma criança e seus pais. Tipo isso! Mas a diferença entre uma coisa e outra é gritante, e é muito bom que o seja, como se vai ver.   O primeiro ponto é que ninguém precisa criar um vínculo afetivo com uma IA e achar que o "afeto" que ela devolve se trate de um sentimento real, o que não quer dizer que algumas pessoas não possam se envolver emocionalmente - no sentido mais humano da palavra - com essas máquinas, desde que não questionem mais profundamente a forma como ela trata e processa informações.  O problema, portanto, não é a máquina, mas a forma como nossas emoções humanas reagem a ela, e isso não tem relação direta com falta de inteligência ou de conhecimento das pessoas....