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Restaurante Popular Carolina de Jesus: SÓ ELOGIOS!!!

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Eu voltava do Rio pela ponte e, assim que o ônibus desceu a rampa na Alameda, lembrei que há alguns dias atrás a prefeitura havia inaugurado o novo restaurante popular do Fonseca, e aquele era um ótimo momento para conhecê-lo. Em lugar de descer no meu ponto saltei no seguinte, que me deixou exatamente em frente ao restaurante. A impressão de fora já foi a melhor possível:  uma fachada simpática, bem "clean", sem poluição visual, estacionamento para motos no pátio...  Peguei uma fila curta que andou rápido, e logo já estava na bilheteria.  Adivinhe o preço:  R$ 2,00.  Isso mesmo:  DOIS REAIS por uma refeição completa e balanceada, com cozinheiros orientados por nutricionistas, e o cardápio sendo mostrado na tela grande de um monitor de led.  Lá dentro tudo surpreendeu:  um salão organizado, espaçoso e higienizado, mesas amplas e confortáveis, pias para lavar as mãos numa área anterior ao salão principal. Do caixa se vai para a estante das bandejas...

Praça XV, cenário de reis e príncipes

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   Desta vez na Linha 2, saio da Praia Formosa: Lugar amplo, espaço aberto... E a vista? Mais que gostosa! Da Praça Marechal Hermes se chega à Rodoviária. Opa! Quase me esquecia: validação necessária!   Segue o bonde, na Binário, para a estação Equador. Tão geladinho aqui dentro, não dá pra sentir calor! Pereira Reis à bombordo, à estibordo o Novotel Turistas no restaurante bebendo seu coquetel.   Vila Olímpica chegando ao cruzar a Santo Cristo. Lembro então como   era antes, e de como ficou isto! Vem o Túnel da Marítima, e logo após a Central, Repleta de história e gente, miolo da capital!   Chegando à Pequena África, Estação Cristiano Otoni, Da Central chega o cheirinho de massa com provolone. Dobra aqui, vira acolá, cruza a avenida e então pára: Gente pra tudo que é lado! É o bonde em plena Saara!   Sai do Campo de Santana, dobra a Constituição, E já a Praça Tiradentes é a próxima estação. Vem Teatro João Caetano, passa o Real Gabinete, E lá vai n...

Curtindo de boa a Linha 1

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  Curtindo de boa a Linha 1   Ouço o sino, vem o bonde seguindo a linha viária, Firmo o passo e vou entrando logo na Rodoviária! Equador, Pereira Reis... Mais um pouco e vem Gamboa! Vi passando a Providência... e eu curtindo numa boa!   O cheiro de flor, de praça, vai me enchendo de alegria!... No ’ é então que olho pra fora, e me vejo na Harmonia? Calor lá fora e, cá dentro, o fresquinho dá arrepios! Mas olha: tão rapidinho!... Já é Parada dos Navios!   Nem demora ali mais tempo, vamos já dizendo adeus, Pois que a estrela dessa linha é a Parada dos Museus! É quando chega mais gente... Põe cartão, procura assento... E quando a gente dá conta já tá parando em São Bento.   Na avenida o pára e anda, se sabe, é luta diária. Menos quem vai no bondinho, que já chega à Candelária. Já na Sete de Setembro vai passando a Linha 2, Vou, no entanto, prosseguindo, que essa eu pego depois!   Lá vem metrô no caminho quando chego ...

Mobilidade - O Mapa atualizado (e autoral) do VLT Carioca

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  Existem três categorias de pessoas que já ouvi falando mal do VLT Carioca, sob a alegação de que não é um transporte de massa e, portanto, não chega a bairro nenhum, tratando-se apenas de um "trenzinho feito pra turista".  São elas: 1. As que não conhecem ou não vivem no Rio de Janeiro; 2. As que já usaram o VLT uma ou outra vez por não frequentar o centro da cidade, ou só terem estado no Rio de passagem;  3. As que reclamam de qualquer melhoria que o poder público implante na cidade, mesmo sem nunca tê-la experimentado. Sim, porque só uma dessas razões serve como justificativa para não se gostar de um transporte que, desde a inauguração até agora, recebeu aprovação de 88% dos cariocas, e a cada dia conquista mais fâs que apreciam seu conforto, segurança, limpeza, pontualidade e curto intervalo entre as composições. Pessoalmente vejo uma vantagem extra:  a de permitir que hoje possamos cruzar o centro de ponta a ponta de forma prática, ágil e econômica, coisa que s...

RIO - Cada pedaço é um flash

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A paixão que não se explica

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  As paixões não nascem de escolhas: elas brotam de algum lugar desconhecido, sem pedir licença ou explicar seus porquês. Simplesmente se revelam e nos envolvem num estado de enlevo que torna todo entendimento irrelevante e, portanto, desnecessário. Apenas o sentir inebriante que empresta cores a tudo o que os olhos alcançam já é o bastante para nos deixarmos levar para onde nos arrastam.   Na vigência da Paixão ninguém precisa de cérebro, apenas de coração, e foi assim que me deixei ser levado em seu fluxo, assistindo a energia desta cidade me entrando pelas veias e ocupando cada célula do meu corpo. E ao constatar esse acolhimento no âmago do meu ser, sem qualquer resistência, a Paixão percebe que é hora de se converter em Amor, saindo da emoção ilusória para a concretude da lógica que me irá nutrir até o último de meus dias.   Conto isso na tentativa de emprestar algum sentido a essa história que começou lá na infância, aos 11 anos, ao ouvir falar numa cidade que ...

PEQUENA ÁFRICA - Testemunho maior da contribuição africana à nação brasileira

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  A História Pouco Conhecida da Pequena África na Zona Portuária do Rio de Janeiro Por  Mariah Barber ,  Rhona Mackay  • Tradução por  Halina Machado   A Pequena África é o lar histórico da comunidade afro-brasileira na  Região Portuária  do Rio de Janeiro. A região ficou conhecida como Pequena África depois que o  comércio de escravos  se tornou ilegal no Brasil em 1831 (ainda que a abolição da  escravatura  só viesse a acontecer 50 anos depois). Entre 1850 e 1920, escravos libertos permaneceram trabalhando na região. Negros e africanos libertos da Bahia ou do interior viajaram para a Pequena África a procura de trabalho e de um senso de comunidade. A Pequena África frequentemente acolheu negros de todo o país, onde se ergueram casas, locais de convívio cotidiano e centros religiosos. Apesar dessa rica história, a herança africana do Rio e a longa história da escravidão são muitas vezes  negligenciadas . Me...

TERMINAL GENTILEZA amplia o acesso ao Galeão

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  Aumento na oferta de transporte até o Galeão Uma novidade apresentada pela MOBI-Rio é a introdução de um serviço executivo entre o Terminal Intermodal Gentileza (TIG) e o Aeroporto Internacional do Galeão (GIG). O deslocamento será feito integralmente na calha do BRT e o tempo de deslocamento previsto é de 20 minutos. O serviço será iniciado assim que o TIG for inaugurado, o que deve acontecer até o fim de dezembro. A previsão é que o serviço funcione diariamente entre 04h e meia-noite. O TIG terá um  lounge  para receber os usuários do serviço. Os ônibus que farão esse serviço vão utilizar a calha do BRT. A Secretaria Municipal de Transportes vai promover o retorno de duas linhas de ônibus executivos (frescões). Uma entre a Zona Sul e o Galeão, passando pelas orlas do Leblon, Ipanema, Copacabana e Botafogo, e outra fazendo o deslocamento entre a Barra da Tijuca (via Linha Amarela) e o Galeão. A previsão é que essas linhas especiais também sejam retomadas até dezembro d...

CAIS DO VALONGO - O Rio sob minhas lentes

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MALUNGO - O Rio sob minhas lentes

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